8 de janeiro de 2018 às 8:00

8 de janeiro de 2018 às 8:00

12 de dezembro de 2017 às 9:56

Diversos estudos realizados ao longo dos últimos anos apontaram que os benefícios de uma boa risada são maiores do que se imaginava. Além de deixar a pessoa mais feliz, rir ajuda a reduzir o stress, a relaxar, a controlar a pressão sanguínea, além de aumentar a tolerância à dor. Mas a risada realmente ajuda a melhorar a memória?
Para responder esta pergunta, um grupo de pesquisadores do Cognitive Neuroscience Center of Duke University, nos Estados Unidos, realizou uma série de experimentos na qual pediam para que voluntários vissem fotografias de pessoas sorridentes e de pessoas sérias, seguidas de seus nomes.
Junto, escanearam seus cérebros na parte responsável pela memória – córtex orbitofrontal e hipocampo. O resultado, que foi publicado na revista Neuropsychologia, mostrou que essas regiões cerebrais tinham mais atividade quando as pessoas aprenderam e lembraram o nome dos sujeitos que sorriam nas fotos.
Além disso, estudos anteriores já demonstraram que o riso reduz a produção de um hormônio chamado cortisol, que está associado ao stress, tensão e perda de memória. Você viu? Há cada vez mais evidências científicas de que você deve sorrir todos os dias.
fonte: TERRA
7 de novembro de 2017 às 8:00

Lucy foi encontrada na década de 70 na Etiópia. O nome foi dado por causa da famosa música dos Beatles Lucy in the Sky with diamonds, que em algum momento tocou no acampamento dos arqueólogos. O famoso esqueleto identificado como de um (Australopithecus afarensis) foi identificado como sendo femino em função de características da pelve e datado com 3,3 milhões de anos, o mais antigo hominídeo até então. Alguns anos mais tarde foi encontrado um novo hominídeo na África do Sul, estimado com tendo vivido há 4,4 milhões de anos. Encontrados na Alemanha, os dentes com 9,7 milhões de anos são similares a destes hominídeos, mas a diferença é quase 5 milhões de anos!
A descoberta encantou a equipe de arqueólogos que os encontrou. Isto porque muda tudo o que sabemos até agora sobre a origem do homem. Com isso, é possível que um ramo ainda mais antigo tenha se originado na Europa e não na África como se supunha até então.
Foram localizados dois dentes em 2016. Um primeiro molar superior direito e um canino superior esquerdo estavam ao lado dos vestígios de um animal semelhante a um cavalo, já extinto. Os pesquisadores foram cuidadosos com a descoberta. Aguardaram mais de um ano estudando mais profundamente os vestígios antes de publicarem seus achados.
E agora?
Os pesquisadores ainda estão cautelosos e mais estudos serão necessários para verificar como esse grande primata chegou até lá.
Um belo exemplo de como a odontologia pode contribuir para a história.