Menos força na hora de escovar os dentes

Sabe aquela dor insuportável que te faz pensar duas vezes antes de tomar um sorvete? O nome dela é sensibilidade. Esse problema pode acontecer por dois motivos: cárie e retração gengival.

A primeira é bastante comum e tende a deixar o dente fragilizado. Já a retração gengival tem um nome pouco conhecido para um problema que afeta tantas pessoas. Ela ocorre quando o indivíduo costuma escovar os dentes com muita força, aí a raiz dentária perde a proteção da gengiva e fica com os túbulos dentinários expostos.

A sensação pode ser amenizada com o uso de creme dental específico para dentes sensíveis aliado a um enxaguante bucal com flúor em sua composição. Casos mais graves exigem uma consulta com o dentista para descobrir a melhor solução.

Praticar a escovação utilizando menos força nas mãos é uma forma de prevenir o problema. Tente se lembrar de pegar mais leve.

Fonte: Terra

Receitas caseiras que aliviam a boca seca

Estresse, tabagismo, uso de medicações específicas e diabetes, são apenas alguns dos causadores da sensação de boca seca. Esses fatores são capazes de diminuir a produção de saliva e, consequentemente, desencadear problemas como mau hálito, feridas bucais e dificuldade para mastigar e/ou engolir alimentos.

Selecionamos 5 truques caseiros que podem ajudar a boca a recuperar sua umidade normal. Confira:

1 – Gengibre: Ajuda a estimular as glândulas salivares a produzir saliva. Além disso, mastigar um pedaço da planta deixa o hálito refrescante.

2 – Aloe Vera/Babosa: O suco da planta auxilia na proteção do tecido bucal e é muito benéfica para as papilas gustativas. O ideal é beber ¼ da bebida todos os dias ou usá-la para enxaguar a boca.

3 – Pimenta Caiena: As propriedades do condimento aumentam a produtividade das glândulas salivares. Espalhe um pouco da especiaria sobre a língua, a sensação picante te dará água na boca (literalmente).

4 – Camomila: Utilize o chá da erva (frio) como enxaguante bucal. A saliva voltará a ser produzida normalmente.

5 – Óleo de semente de uva: O líquido é extremamente hidratante e de fácil absorção. Deve ser passado na língua e no interior das bochechas, assim a boca permanecerá umedecida.

As aftas podem ser sinais de alerta!

A estomatite aftosa (nome científico da afta) não tem motivos específicos para existir, mas apesar do nome, de nada tem a ver com problemas estomacais.

As pequenas lesões orais são doloridas e costumam aparecer na área das bochechas, gengivas e embaixo da língua. Brancas ou amareladas, as aftas são mais comuns em mulheres e podem ser um alerta do corpo para pequenos desequilíbrios do organismo.

Os principais fatores que favorecem o surgimento das aftas são:

– Sistema imunológico debilitado : Quando o corpo passa a combater tecido normal ao invés de bactérias, acaba ocasionando as feridas.

– Ingestão de alimentos ácidos: Alimentos como o abacaxi destroem a mucosa bucal e, consequentemente, favorecem o aparecimento de aftas.

– Estresse emocional: O alto nível de tensão psicológica acarreta na diminuição da imunidade, resseca a boca e diminui as defesas naturais do corpo. Resultado: afta.

– Tensão pré-menstrual: Mudanças hormonais como a TPM são grandes causadoras de aftas. Quando muitas surgem de uma única vez, o período menstrual pode estar próximo.

– Hereditariedade: Algumas pessoas têm maior tendência a desenvolver aftas, pois possuem pré-disposição genética a ter uma mucosa oral menos protegida.

– Deficiência nutricional: Se algum nutriente importante está abaixo do nível necessário para que o organismo funcione corretamente, as aftas têm o dever de avisar o corpo. Seu aparecimento é mais frequente na ausência de ferro, vitamina B12 e ácido fólico.

É importante lembrar que uma escovação muito agressiva também pode ocasionar esse tipo de lesão. Não é a força da sua mão que torna seus dentes mais limpos, mas sim a forma com que você escova.

Em geral, uma pessoa com a saúde regular sofre de aftas até três vezes por ano. Pessoas com casos mais severos quase não apresentam período sem as lesões.

Aftas costuma durar até duas semanas e não precisam de tratamento para desaparecer. Se o incômodo acontecer com frequência ou durar mais que o normal, procure seu dentista para investigar os motivos.