Infecção dentária pode causar lesões permanentes em atriz

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Desde a última semana, a modelo Renata Banhara, de 41 anos dominou as redes sociais. A atriz está internada há vários dias na unidade semi-intensiva do hospital Albert Einstein, em São Paulo para tratar uma grave infecção. O motivo da complicação foi o que deixou muitas pessoas em alerta: de acordo com a assessoria de imprensa da modelo, o problema foi causado por um canal realizado há pelo menos seis anos.

Tudo começou com uma forte dor de cabeça que foi inicialmente diagnosticada como uma simples sinusite. Após a realização de alguns exames, os médicos descobriram que, de forma silenciosa, a bactéria Streptococcus anginosus ficou alojada por todos esses anos em um dos dentes de Renata. O microrganismo foi se alastrando pelo tecido interno da face, comprometendo os nervos e tecidos internos do rosto e da cabeça da atriz.

Desde então, Renata passou por duas cirurgias na cabeça para retirar a bactéria e conter a infecção. Nos últimos boletins médicos, foi informado que ela corre o risco de ter paralisia facial como sequela, perdendo boa parte dos movimentos na região afetada. Isso porque os médicos tiveram de remover o tecido infectado, que havia comprometido o nervo facial do lado direito.

Mesmo se tratando de uma situação considerada rara, muitas pessoas manifestaram medo e apreensão nas redes sociais.

Veja como evitar infecções bucais

O canal ou a retirada dos siso são procedimentos odontológicos muito comuns. Em ambas as situações, o risco de infecção existe. A melhor forma de evitar o risco é por meio de medidas preventivas. Geralmente, ao extrair um dente, por exemplo, o cirurgião-dentista prescreve antibióticos para conter essa ameaça.

Vale lembrar que, em casos como o de Renata, o diagnóstico precoce é fundamental. Nesse estágio, a bactéria ainda não teve tempo suficiente para se alastrar e há mais chance de interromper o avanço da infecção. Por isso, a recomendação dos especialistas é a de que as visitas ao dentista sejam periódicas, independente dos sinais ou manifestações clínicas, como as fortes dores que a atriz relatou.

No tratamento preventivo, também feita uma avaliação criteriosa e caso haja alguma alteração significativa nos dentes, o dentista é capaz de identificar e impedir que o quadro tome proporções maiores.

Começou a Vacinação contra a Gripe

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Começou nesta segunda-feira a mobilização nacional de vacinação contra a gripe. A campanha deste ano inclui, pela primeira vez, os profissionais de educação no grupo prioritário. Cerca de 2,3 milhões de professores de escolas das redes pública e privada devem ser imunizados nos postos de saúde de todo o País.

Nos dias 2 e 3 de maio, os docentes serão vacinados nas escolas. Idosos, trabalhadores do setor de saúde, crianças de 6 meses até 5 anos, gestantes, mulheres no pós-parto, indígenas, população privada de liberdade, inclusive os adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, e pessoas com doenças crônicas continuam como público-alvo da vacinação.

A vacina permite a proteção contra os vírus A(H1N1), H3N2 e influenza B. Como os vírus são mutantes, a composição da vacina é feita somente depois da indicação da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre as cepas (variações dos vírus) que circularam com mais frequência nos últimos meses na região. Segundo a OMS, em 2016 a cepa do vírus A(H1N1) foi alterada, o que levou à produção de uma nova composição para a campanha deste ano.

Cerca de 60 milhões de doses serão distribuídas aos postos da rede pública de saúde. O Ministério da Saúde espera que pelo menos 54 milhões de pessoas sejam imunizadas até o dia 26 de maio, prazo final da campanha. O dia D da mobilização será em 13 de maio.

O principal objetivo da campanha é reduzir as hospitalizações e a ocorrência de mortes relacionadas à influenza. Segundo o Ministério da Saúde, estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de internações por pneumonia e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da gripe. Em 2016, o país registrou a maior incidência dos casos de gripe desde a pandemia iniciada em 2009. Mais de 2.200 pessoas morreram no ano passado por problemas relacionados à gripe. De janeiro a abril deste ano ocorreram 48 mortes.

Apesar de a incidência de casos estar num ritmo bem menor do que o registrado no ano passado, o Ministério da Saúde alerta para a necessidade de se vacinar o quanto antes e garantir que a proteção seja efetiva no período de maior vulnerabilidade, o inverno. Além de buscar a imunização, o Ministério recomenda que a população lave as mãos várias vezes ao dia, cubra o nariz e a boca ao tossir e espirrar, evite tocar o rosto, não compartilhe objetos de uso pessoal, mantenha os ambientes bem ventilados e evite a permanência em locais com aglomeração.

Roer as unhas pode desalinhar os dentes

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Roer as unhas não é um hábito saudável. Utilizadas ao longo do dia para a maioria das atividades cotidianas, as mãos e, consequentemente, as unhas transportam diversos tipos de vírus e bactérias até a boca. Esse contato aumenta a possibilidade de contrair infecções que levam a problemas respiratórios e gastrointestinais, como gripes e diarreias.

Mas o que algumas pessoas não imaginam é que essa prática também prejudica os dentes. Quem rói as unhas pode desalinhar a estrutura dentária mesmo depois de muitos anos usando aparelho ortodôntico. Morder objetos é igualmente nocivo à saúde bucal, podendo, muitas vezes, causar problemas ainda mais graves. Isso se deve à pressão exercida durante o ato, que pode resultar em retração da gengiva, encurtamento da raiz além de desgastes ou fratura dental. Esses danos causam dor e desconforto e exigem atendimento adequado por um profissional.

Além disso, para corrigir os dentes que foram entortados, pode ser necessário um novo tratamento.

O que fazer para deixar de roer as unhas?

Para evitar todos esses transtornos, quem tem o hábito de roer as unhas precisa se esforçar ao máximo para abandonar a prática.

Medidas adotadas para diminuir o estresse e a ansiedade são bastante eficazes, já que fatores psicológicos estão frequentemente associados a esse comportamento. A psicoterapia pode ser indicada em alguns casos.

É importante prestar atenção nos momentos que despertam a necessidade de roer as unhas e criar um novo método de distração como substituição.

Existem alguns produtos desenvolvidos especificamente para ajudar a inibir essa vontade, como esmaltes e até protetores bucais. O ideal para quem já tentou muitas vezes, mas ainda não consegue controlar o impulso, é consultar um especialista.

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